A primeira visita decide a segunda
Quase todo o esforço de um salão é gasto a trazer gente nova. Quase nenhum é gasto na visita que decide se essa gente volta.
Blog
Porque é que isto importa, o que um sistema faz, e como se gere um salão.
Quase todo o esforço de um salão é gasto a trazer gente nova. Quase nenhum é gasto na visita que decide se essa gente volta.
Raramente é o programa. É quase sempre a forma como a mudança foi feita — tudo ao mesmo tempo, sem ninguém responsável e sem tempo para aprender.
Constrói-se numa sequência de coisas pequenas e destrói-se numa grande. O que se pode fazer de propósito, e o que não vale a pena tentar.
Duas pessoas à mesma hora, um serviço com o tempo errado, uma marcação que ninguém escreveu. O prejuízo raramente fica no dia em que acontece.
O medo é legítimo: organizar demais transforma um sítio com alma num sítio com processos. Onde é que a linha está, na prática.
Contratar não é fazer três vezes o mesmo. É deixar de ser a pessoa que faz tudo e passar a ser a pessoa que garante que tudo é feito igual.
As plataformas que trazem clientes resolvem um problema real. Vale a pena perceber o preço que cobram, que raramente é só a comissão.
Contactos, histórico e fotografias são o ativo mais valioso de um salão — e o que menos se pergunta antes de escolher onde o guardar.
Não é quando o salão cresce. É quando começa a haver perguntas sobre o negócio que ninguém consegue responder.